(das noites que choram)
meus cabelos encobrem o rosto
e minhas mãos não conseguem se mover...
mergulho no asfalto, não consigo me mexer
e fico a ver o que passa por mim.
E eles me deixam estar, sabe.
Porque a colheita é pra hoje.
E todos têm fome
e eles têm fome
eu tenho fome, sabe.
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