Seu ar
me sufoca
todas as manhãs quando
as reminiscências
em meus sonhos
de sonhos provam-me que
eu já não mais sou
já não mais tenho
sua lembrança
jaz
na minha taquicardia
ao ouvir seu nome
seu corpo
remonta o percurso
que as minhas e as suas
mãos
as nossas
faziam
para nos encontrar
e trilhavam alamedas mágicas
enquanto vagueavam
por nossos corpos
e já não mais
espero
o dia
haverá
que eu
agradecerei
a ti
pelas palavras
que nascem
dos meus dedos
e
que
morrerão
nesse papel.
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